
Sophia perde-se nos veios brancos da página, pele vulnerável de Poiesis.
Queria beijar-me e compreender-me com todos os sentidos, diz Sophia. Mas outra boca será sempre necessária e urgente.
Infinita carência: Sophia escreve e apaga todos os livros, sempre à mesma distância da verdade. A pele de Poiesis lança chamas através de todos os absolutos vitais. Nada se resolve, tudo se expande em oscilações vibratórias que são sempre a génese de algo, a iminência de um princípio.
Sophia interroga, Poiesis responde obscuramente com raios de sol contra o olhos.