"…Attribuez à mon souffle trop court ce qui dans mon propos restera obscur ou froid. Mais retenez la comparaison – elle définit le Livre en tant que Livre c’est-à-dire en tant qu’inspiration…" (E. Lévinas)
Monday, May 25, 2026
Forças ascendentes vêm de Poente
Saturday, May 23, 2026
Sunset rivers flow deeper than my Interior
Her flesh diamond holds my geography my uncertain wounds
The princess ascends from my Extreme cave of nonsense
perhaps the sun can still rise in my Lost Paradise
The Arch of Love trembles
toward Interstellar Truth
(superior summo meo)
Here Divinity bathes but once every twighlight
parting the warm colors of life
your deep amber scarlet amethyst lips
your Womb-of-Light inventing seas in the moon
while my prayer always lacks atmosphere
We ignite and dissolve this Moment
as one birthing Silence
Absolute Law of Novelty
your Rhythm of breathing transforms the riverbed
pulse of peace and wildfire: Cosmos longs for your Sailing
(Princess of the Primal Spring
my thirst my delirium nightly seeks your mouth
my thirst dreams of your rivers and future gardens
your overflowing Ganges Nile Amazon under my anxiety)
(I must believe your miracle
the nudity of Waters merge into Infinities
Anew)
Tuesday, May 12, 2026
Tuesday, May 5, 2026
Algoritmo Erótico: Forças Vivas de Flores
Ainda não sou Nada-de-ser.
(Somente uma implicação lavra mais profunda do que minha linguagem, codificando flores com fogo nos lábios: Se me chamas e queimas, então nasço. Se não me chamas nem me queimas, então não nasço - nem Nada-de-ser me poderá acontecer... Pesquisa chamamento ou queimadura. Se encontras, começa. Se não encontras, inventa Algo-que-chama ou Algo-que-queima. Transforma a pesquisa em Horas-Luz de órbitas em torno da Lei: Regressão e Transgressão da inteligência da lei...)
Ainda não sou Nada-de-ser: Ainda? Porquê ainda?
Ainda não sei Nada-de-ser
nem posso Nada-de-ser
nem entendo Nada-de-ser
nem sinto Nada-de-ser
(além e aquém deste Ainda-não, sofro o curso de silêncio elétrico sob o código: sofro-me sob o trabalho de todas as forças vivas, explodindo flores como explodem gritos de fúria erótica em certos limiares de vibração. Sofro-me, portanto, na Duração do curso, recurso, transcurso de ar ardente nos pulmões. Sofro-me sob a fuga de todos os desejos que põem Devir no mundo: desejos que têm a Tua Alteração: código de devir-ser, devir-saber, devir-poder, devir-entender, devir-sentir...)
Forças ascendentes vêm de Poente
Desejo a transcendência mais íntima a Arte da Invenção do Sul e do Norte Desejo a Melancolia das pontes acordando sobre o Indefinido escor...
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Eros, o Noturno. Eros, o Assaltante. Passas as horas sonhando sem nexo: Rende-te ou eu acabo-te! Canta-me ou eu grito! Beija-me ou eu devoro...
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Maybe birds dream within my Desiring Freedom and cross everything the closures of gardens, hearts, and manuscripts