Wednesday, March 26, 2014

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(Naquele tempo, uma parábola. Bebi. Acordei no limiar de não-ser, na infância: uma corda com tantos nós cegos incapazes de falar. Loucura de alfabeto.)

 (Ainda infância de enigma. Tenho medo das travessias nocturnas por Onde o limite das forças desenlaça o Arquipélago vulcânico. Leio páginas sobre a areia: castelos no ar. Pergunto se o Enigma flutua sempre, se um reino de princesas sonhadoras flutua sempre, construindo Espanto submerso, véu após véu. 
Beijar_ e ferir_ é o mesmo deus_ )

(A Exaustão faz Sol na-minha-pele. Um sonho acontece capaz de queimar os olhos do sonhador e as vozes da sonhadora. Sinto a ficção de Haver chão. Os pés creem. 
Trabalho para transpirar o texto e exclamar um hiato que desfia a acústica metálica do Grito: desejo-me castelos no ar, sem vertigens nas princesas.)

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