o granito contra as pétalas, as minhas quedas de obscuro querer de mais as emoções básicas e os meus renascimentos de obscuro querer descobrir tudo o que contradiz as emoções básicas... respira, respira, respira, respira o fogo acabado de plantar com as raízes gritantes a vibrar nesta atmosfera de ar Inverso... com todas as aves a voar à flor do Obscuro Desejo que começa lentamente, em segredo, a subir da lua até à boca. Onde outra língua e outros lábios começam o Desejo de Desejar. Compreendes a ondulação, Carinho? Não me morras esta noite, porque...
"…Attribuez à mon souffle trop court ce qui dans mon propos restera obscur ou froid. Mais retenez la comparaison – elle définit le Livre en tant que Livre c’est-à-dire en tant qu’inspiration…" (E. Lévinas)
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Maybe birds dream within my Desiring Freedom and cross everything the closures of gardens, hearts, and manuscripts
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Eros, o Noturno. Eros, o Assaltante. Passas as horas sonhando sem nexo: Rende-te ou eu acabo-te! Canta-me ou eu grito! Beija-me ou eu devoro...
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