escrevo "Minha Mãe" e "Meu Pai" na minha pele de barco
escrevo outro poema sobre a Eternidade da Navegação
dentro da minha madeira
no âmago da quilha do barco
ligando minhas dúvidas propulsivas
Poderá esta escrita provar a humanidade-em-mim?
Só Tu poderás absolutamente imaginar a Verdade subjacente
e declarar-me sangue do teu sangue
carne da tua carne
e entrar nos meandros confusos da minha propriocepção

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